10 de janeiro de 2010

(Em menos de um minuto o que pode sair de uma cabeça jovem de 19 anos)

Eu me vejo no fundo de algo, no topo do monte, no começo da estrada e queria tanto que essa sensação permanecesse pois o que me roda é algo sereno que me faz caminhar e olhar as coisas as estrelas do mar do céu e da vida é o que sai de mim nesse exato momento o que eu decidi ser transforma o meu futuro em algo completamente novo e repleto de novas sensações e momentos o que eu vejo o que eu penso em quem eu decido me fixar todos os rostos são o reflexo da minha alma no meu fundamental estado eu queria que isso parasse de me atormentar mas eu quero que isso continue a permear o meu futuro o meu estar eu quero que todos que pertencem a essa minha escolha caiam no meu fundo pois esse fundo não é mais um simples e obscuro fundo é algo nobre, sincero e feliz, não é o fundo do poço não é o fundo de qualquer outra coisa é algo que eu não consigo dar o nome e por isso eu chamo de fundo, eu permeio eu existo é isso que concluo depois de tanto sentir será que não existo porque penso? ou será que só sinto porque existo . fluxo fluxo fluxo ....ahhhhh... fluxo fluxo .... ahhh respirar e entender... deixar as lagrimas caírem e não ter medo de seguir mesmo me sentindo sozinha e mesmo sabendo que assim continuarei por tempo indeterminado...

Um comentário:

  1. O vigor de escrever jovem... Algo em você me lembra Nietzsche.

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